Monitor preso se intitulava como pastor e era lider de uma igreja na Cidade de Irecê
- 12/04/2023
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Na noite desta terça feira 11 Polícia Civil, em conjunto com a direção do Conjunto Penal de Irecê, deflagrou uma operação após informações de inteligência e investigações. O objetivo era combater a entrada de drogas e aparelhos celulares no estabelecimento prisional.
Durante a ação, foi cumprido o mandado de prisão do supervisor adjunto do CPir, que foi identificado como o responsável por adentrar com drogas e celulares na prisão. Além disso, foram apreendidos quatro aparelhos celulares, seis baterias portáteis, dois carregadores de celulares e 635g de cocaína que estavam nas celas.
Surpreendentemente, o monitor preso durante a ação se intitulava como pastor e era líder de uma igreja na cidade de Irecê. O homem era a mesma pessoa que adentrava a carceragem nos anos de 2018 a 2021 para realizar cultos para os presos, o que levantou suspeitas de que ele também introduzia objetos ilícitos naquele recinto.
As investigações mostram que o grama de cocaína era vendido por R$200 e cada aparelho celular era comprado por R$15.000. Buscas e apreensões foram realizadas na casa do suposto pastor, onde foram encontrados cinco aparelhos celulares, uma bateria portátil, e uma das caixas vazias apreendidas pertencia a um dos celulares encontrados em uma das celas do CPir.
A Polícia Civil e a direção do Conjunto Penal de Irecê estão trabalhando juntas para responsabilizar e combater qualquer tipo de criminalidade dentro da prisão. É importante lembrar que a entrada de objetos ilícitos em estabelecimentos prisionais é um crime grave e coloca em risco a segurança de todos os envolvidos. A operação foi um sucesso e mostra que as autoridades estão agindo para garantir a segurança dentro do sistema prisional.






