​Apagão Sexual, frequente em jovens adultos, pode comprometer outras áreas da vida profissional

  • 21/05/2024
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​Apagão Sexual, frequente em jovens adultos, pode comprometer outras áreas da vida profissional

Apagão Sexual, frequente em jovens adultos, pode comprometer outras áreas da vida profissional

Fenômeno tem chamado atenção de psicólogos, empresas e profissionais de RH

Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Karolinska na Suécia, em parceria com a Universidade de Indiana, em 2020, 30% dos homens entre 18 a 24 anos não tiveram relações sexuais em doze meses. Para o estudo, foram feitas entrevistas com 9.500 pessoas. Em 2002, em um levantamento conduzido pelo mesmo instituto, a abstinência entre meninos era de 18,9%. Já com as meninas, a abstinência pulou de 15,1% para 19,15% em 2018. Essa redução está ligada ao fenômeno chamado Apagão Sexual - que descreve um declínio na atividade sexual, especialmente entre jovens adultos. Essa abstinência tem atraído psicólogos e está cada vez mais presente em debates entre empresas e profissionais. A psicóloga Priscilla Souza explica como ela pode comprometer áreas da vida pessoal e profissional.

A pirâmide de Maslow apresenta as necessidades básicas do ser humano como água, ar, sono, comida e sexo. No contexto histórico, Maslow dizia que enquanto um desses itens não fosse preenchido de maneira correta, os seres humanos não conseguiriam progredir. Priscilla aponta que falar sobre sexualidade é muito mais do que apenas a relação sexual, mas também, é falar

sobre autoestima, intimidade e energia vital. Ou seja, vai além da mera satisfação física, está ligada à liberação de neurotransmissores.

A falta de alguma dessas necessidades pode afetar o profissional em seu ambiente de trabalho. A especialista afirma que essa manifestação não é algo novo e nem gerado pela globalização, no entanto, a tendência das empresas, em relação à preocupação em resultados e desempenhos, é impulsionar uma mão de obra mais robotizada. “As lideranças são muito competitivas, elas só focam no trabalho para ganhar maiores salários e param de pensar na vida pessoal porque pensam que ela não é importante. Chega um ponto que ele vai ter que parar e voltar do início. Não há como dividir as capacidades, não dá para pegar uma área da vida e ser bem sucedida nela sem prejudicar as outras”.

Nesse cenário, para a psicóloga, líderes e profissionais de RH devem buscar maneiras de proporcionar um equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Reconhecendo atividades de lazer, relacionamentos e convívio com as pessoas como uma abordagem saudável para os indivíduos e organizações.

FONTE: Psicóloga Priscilla Souza

Serviço: Priscilla Souza

Para maiores informações:Eneida, Laura e Raeesah
11 91323-8097 ¦ mengucci.imprensaemidia@gmail.com


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